http://www.youtube.com/user/GuinnessWorld1759#p/u
Quando vejo campanhas assim, acredito nessa possibilidade.
"Até onde você quer ir na toca do coelho?" Respire fundo, entre na toca e seja guiado pela intuição das palavras! o que vai encontrar? Não saberia dizer com certeza.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Mundinho pequeno esse
Tão pequeno que parece não caber minha vontade.
Com paciência, tento não jogar tudo pra cima e mandar a pequenez de quem limita o mundo às favas.
Com inquietação, procuro lugares diferentes pra servir de inspiração.
Os que aqui moram, aceitam ser pequenos, sem pensar.
Afinal, é sempre assim e assim será.
Nasce por acidente. Cresce o suficiente. Morre em pé, de olhos vidrados.
Minha alma não cabe aqui.
Pede espaço pra ir além.
Minha mente não entende o porquê de aceitar o que sempre foi.
Não quero.
Não aceito o assim será.
Meu mundo não é pequeno demais, nem grande demais.
Mas hoje o sei, não aceita ser mediano.
Eu não creio no suficiente.
Com paciência, tento não jogar tudo pra cima e mandar a pequenez de quem limita o mundo às favas.
Com inquietação, procuro lugares diferentes pra servir de inspiração.
Os que aqui moram, aceitam ser pequenos, sem pensar.
Afinal, é sempre assim e assim será.
Nasce por acidente. Cresce o suficiente. Morre em pé, de olhos vidrados.
Minha alma não cabe aqui.
Pede espaço pra ir além.
Minha mente não entende o porquê de aceitar o que sempre foi.
Não quero.
Não aceito o assim será.
Meu mundo não é pequeno demais, nem grande demais.
Mas hoje o sei, não aceita ser mediano.
Eu não creio no suficiente.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A vida que se leva
Acorda pensando na vida.
Refaz mentalmente o planejamento de todo o dia.
Checa de novo. Não falta nada?
Tem certeza?
E se...
E se eu me esquecer de alguma coisa importante?
Não, não. Sei exatamente o que fazer.
Tempo, seja companheiro. Espere só mais um pouquinho.
Não para. Quer dizer, para. Quer dizer... Me espera.
Final do dia e tudo foi cumprido.
Tarefas. Compromissos. Metas.
Mas estou esquecendo uma coisa.
Sensação de não saber o quê.
Relembro o dia. Checo tudo. De novo.
Tem certeza?
E se...
E se eu me esquecer de alguma coisa importante?
Tempo, seja companheiro. Espera só mais um pouquinho.
Não para. Quer dizer, para. Quer dizer... Me espera.
Me espera. Volto logo.
Amanhã não me esqueço de viver. Prometo.
Ou melhor, vou deixar pra segunda. De segunda não passa!
Refaz mentalmente o planejamento de todo o dia.
Checa de novo. Não falta nada?
Tem certeza?
E se...
E se eu me esquecer de alguma coisa importante?
Não, não. Sei exatamente o que fazer.
Tempo, seja companheiro. Espere só mais um pouquinho.
Não para. Quer dizer, para. Quer dizer... Me espera.
Final do dia e tudo foi cumprido.
Tarefas. Compromissos. Metas.
Mas estou esquecendo uma coisa.
Sensação de não saber o quê.
Relembro o dia. Checo tudo. De novo.
Tem certeza?
E se...
E se eu me esquecer de alguma coisa importante?
Tempo, seja companheiro. Espera só mais um pouquinho.
Não para. Quer dizer, para. Quer dizer... Me espera.
Me espera. Volto logo.
Amanhã não me esqueço de viver. Prometo.
Ou melhor, vou deixar pra segunda. De segunda não passa!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Motivos
Tantos rostos. Alguns novos.
Outros já decorados de tão vistos.
Olho para dentro dos olhos, quando tenho coragem.
Sim, coragem.
Algumas pessoas não querem mais olhar nos olhos de outras.
Não permitem, nem se deixam permitir.
A possibilidade de se ver no outro dá medo.
Paralisa.
O reflexo abala mais do que deveria.
Mas não adianta se levar tão a sério.
A vida passa e a gente precisa descobrir no outro, um pedaço da gente mesmo.
Viver é juntar pedaços, recortar e remontar histórias.
Desviando ou se deixando tocar por alguém.
É cativar. E cativar, ainda significa criar laços. Sem se deixar amarrar.
Fazer de um desconhecido, alguém indispensável.
Mas nem sempre, com a confiança de quem sabe que vai dar tudo certo.
E se não der?
Não deu.
Volta. Desamarra o que prende seu coração.
No mesmo lugar, ele não encontra nada.
Preso, ele não suporta o próprio peso.
Olhe nos olhos. Mude de lugar. Toque alguém sem pensar.
Leve sua alma pra passear. O corpo agradece.
Se não quiser voltar, mande notícias.
Fique onde se achar.
Mas permita-se andar por aí.
E se nada disso fizer sentido, não tem problema.
É só apagar.
Solte as letras. Há sempre um bom motivo pra recomeçar.
Outros já decorados de tão vistos.
Olho para dentro dos olhos, quando tenho coragem.
Sim, coragem.
Algumas pessoas não querem mais olhar nos olhos de outras.
Não permitem, nem se deixam permitir.
A possibilidade de se ver no outro dá medo.
Paralisa.
O reflexo abala mais do que deveria.
Mas não adianta se levar tão a sério.
A vida passa e a gente precisa descobrir no outro, um pedaço da gente mesmo.
Viver é juntar pedaços, recortar e remontar histórias.
Desviando ou se deixando tocar por alguém.
É cativar. E cativar, ainda significa criar laços. Sem se deixar amarrar.
Fazer de um desconhecido, alguém indispensável.
Mas nem sempre, com a confiança de quem sabe que vai dar tudo certo.
E se não der?
Não deu.
Volta. Desamarra o que prende seu coração.
No mesmo lugar, ele não encontra nada.
Preso, ele não suporta o próprio peso.
Olhe nos olhos. Mude de lugar. Toque alguém sem pensar.
Leve sua alma pra passear. O corpo agradece.
Se não quiser voltar, mande notícias.
Fique onde se achar.
Mas permita-se andar por aí.
E se nada disso fizer sentido, não tem problema.
É só apagar.
Solte as letras. Há sempre um bom motivo pra recomeçar.
domingo, 24 de maio de 2009
Voar sem asas
- Asas... quem te deu asas?
- Ninguem.
- Como queres voar?
- Saindo do chão.
- Cada doido... Pra que isso?
- Pra que?
- É. Pra que? Por quê?
- E porquê não?
- Arruma uma coisa menos perigosa. Uma que não tenha risco de morte.
- Quero uma que tenha risco de vida. Simples assim.
- Faz um passeio, menina! Uma viagem com alguém.
- Vou viajar pra longe, juntando todos os meus eus. Vou ali. Levar minha alma pra passear e já volto.
E os pés saíram do chão.
E a mente respondeu. Na mais pura leveza de quem jogou aos céus as pedras virando nuvens.
- Ninguem.
- Como queres voar?
- Saindo do chão.
- Cada doido... Pra que isso?
- Pra que?
- É. Pra que? Por quê?
- E porquê não?
- Arruma uma coisa menos perigosa. Uma que não tenha risco de morte.
- Quero uma que tenha risco de vida. Simples assim.
- Faz um passeio, menina! Uma viagem com alguém.
- Vou viajar pra longe, juntando todos os meus eus. Vou ali. Levar minha alma pra passear e já volto.
E os pés saíram do chão.
E a mente respondeu. Na mais pura leveza de quem jogou aos céus as pedras virando nuvens.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Que venha o vento.
Que passe o tempo.
Vou continuar aqui, contando histórias.
Como um livro sempre aberto, eu sou.
Páginas escritas de recortes.
Pedaços recortados e remontados de tantos outros livros.
Veja você.
Leia-me, se puder.
Escreve comigo um trecho.
Depois, a gente continua.
Cada um com sua narrativa.
De uma história só.
Que passe o tempo.
Vou continuar aqui, contando histórias.
Como um livro sempre aberto, eu sou.
Páginas escritas de recortes.
Pedaços recortados e remontados de tantos outros livros.
Veja você.
Leia-me, se puder.
Escreve comigo um trecho.
Depois, a gente continua.
Cada um com sua narrativa.
De uma história só.
sábado, 7 de março de 2009
Só para ver se cura.
Procurei um "dotô" pra ver se ele curava minha saudade.
Ele disse que o tratamento era radical.
Tinha que matar o que estava me matando.
Mas a saudade tem mais de 7 vidas.
Quando a gente menos percebe, ela volta.
E toma conta de tudo.
Enquanto ninguém acha a cura, vou seguindo com ela.
Acertando os ponteiros, fazendo o tempo correr.
Só não sei se para trás ou para frente.
Ele disse que o tratamento era radical.
Tinha que matar o que estava me matando.
Mas a saudade tem mais de 7 vidas.
Quando a gente menos percebe, ela volta.
E toma conta de tudo.
Enquanto ninguém acha a cura, vou seguindo com ela.
Acertando os ponteiros, fazendo o tempo correr.
Só não sei se para trás ou para frente.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Vai... mas não diz que não volta.
Saudade deixa o ponteiro parado tentando voltar.
tic
tac
tic
tac
tac
tac
t
t
tic
tic
tac
tic
tac
tac
tac
t
t
tic
Quanto tempo demora...
Pra chegar a hora de não se preocupar com os ponteiros do caminho?
E simplesmente caminhar.
Pra perceber que não é quanto se ganha na vida mas como se ganha a vida?
Pra ter a noção exata de que nunca saberemos ao certo quem somos nós?
E é aí que está a graça.
Quanto tempo demora pra gente acelerar as batidas do coração sem puxar o freio de mão?
Vai, ri sem medo.
Vai, ri sem pensar.
Vai, ri.
Ri.
Solta a alma.
Desamarra os cordões da eternidade.
Quanto tempo a gente leva pra saber que o tempo não se conta?
Quanto?
E simplesmente caminhar.
Pra perceber que não é quanto se ganha na vida mas como se ganha a vida?
Pra ter a noção exata de que nunca saberemos ao certo quem somos nós?
E é aí que está a graça.
Quanto tempo demora pra gente acelerar as batidas do coração sem puxar o freio de mão?
Vai, ri sem medo.
Vai, ri sem pensar.
Vai, ri.
Ri.
Solta a alma.
Desamarra os cordões da eternidade.
Quanto tempo a gente leva pra saber que o tempo não se conta?
Quanto?
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