Que venha o vento.
Que passe o tempo.
Vou continuar aqui, contando histórias.
Como um livro sempre aberto, eu sou.
Páginas escritas de recortes.
Pedaços recortados e remontados de tantos outros livros.
Veja você.
Leia-me, se puder.
Escreve comigo um trecho.
Depois, a gente continua.
Cada um com sua narrativa.
De uma história só.
"Até onde você quer ir na toca do coelho?" Respire fundo, entre na toca e seja guiado pela intuição das palavras! o que vai encontrar? Não saberia dizer com certeza.
quinta-feira, 19 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Só para ver se cura.
Procurei um "dotô" pra ver se ele curava minha saudade.
Ele disse que o tratamento era radical.
Tinha que matar o que estava me matando.
Mas a saudade tem mais de 7 vidas.
Quando a gente menos percebe, ela volta.
E toma conta de tudo.
Enquanto ninguém acha a cura, vou seguindo com ela.
Acertando os ponteiros, fazendo o tempo correr.
Só não sei se para trás ou para frente.
Ele disse que o tratamento era radical.
Tinha que matar o que estava me matando.
Mas a saudade tem mais de 7 vidas.
Quando a gente menos percebe, ela volta.
E toma conta de tudo.
Enquanto ninguém acha a cura, vou seguindo com ela.
Acertando os ponteiros, fazendo o tempo correr.
Só não sei se para trás ou para frente.
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